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A Pererequinha Ambulante

25 out. 2011

A menininha, que morava no sítio, pede pra mãe:
- Mamãe! Posso deixar o Zequinha enfiar a minhoquinha dele na minha pererequinha?
- Não, minha filha. Não pode, de jeito nenhum!
- Mas, mamãe... Eu já marquei com ele às onze horas, atrás da bananeira. E agora?
- Agora, a mamãe vai cortar a orelhinha daquela porquinha que nasceu morta e você vai enfiar dentro da sua calcinha, pra ele enfiar a minhoquinha dele dentro da orelhinha, viu? E vai depressa, que são quase onze horas!
Aí tá lá a menininha deitada e ele, por baixa do vestido mesmo, já enfiou a minhoquinha. Nisso, ele escuta a mãe dela gritar:
- Camilinha! Cê tá atrasada pra escola!
Ela saiu correndo, apavorada ainda, quando ele notou que a orelhinha da porquinha ficou enfiada na cabecinha do pintinho dele. E o Zequinha:
- Ai, meu Deus do céu! E agora? Ela vai morrer! Eu arranquei a bocetinha dela. O que é que eu faço?
Passou o dia inteiro apavorado, sem saber o que fazer. À noitinha, ele resolveu o problema. Foi até a casa da Camilinha. Chegou de mansinho na janela do quarto dela, colocou a orelhinha ali e disse baixinho:
- Quando você quiser mijar, a sua bocetinha tá aqui na janela, viu?

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